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O que acontece quando você grita com seu filho?

Diante de uma situação estressante pais e mães se surpreendem dando gritos e berros com os filhos, mas ouvir gritos estridentes na infância pode trazer consequências ruins para a criança. Gritos não trazem benefícios à educação e podem desencadear problemas de comportamento e depressão a curto e longo prazos, conforme mostram estudos recentes.

Gritar com seu filho não é eficiente

O grito é ineficiente e perigoso para a saúde mental das crianças e para o comportamento relacionado à disciplina. A educação dos filhos depende muito do comportamento dos pais. Eles copiam gestos e comportamentos, por isso devemos ensinar pelo exemplo, influenciando e inspirando nossos filhos diariamente.  Se a criança ouve muitos gritos, aprende que é por meio da gritaria que as pessoas alcançam os objetivos, reproduzindo essa postura em outros meios de convívio social, como na escola, com amigos e professores, por exemplo.

É com a família que a criança começa a socializar. Quando os pais gritam, passam a mensagem que o desrespeito, a falta de controle e o autoritarismo são atitudes normais e corretas. Esse exemplo equivocado pode comprometer o convívio social fazendo com que outras crianças se afastem da que tenta se impor de forma autoritária perante os amigos.

O que o grito causa no cérebro das crianças

Ao receberem os sinais dos gritos, o cérebro da criança dispara um coquetel de hormônios no sangue – adrenalina e corticóides, que acabam por afetar seu comportamento. A tendência é a diminuição da autoestima e a desmotivação pelo estudo. Algumas crianças se fecham e outras ficam agressivas, como uma estratégia de defesa do próprio organismo.

Educação não precisa de grito

Desenvolver autocontrole e inteligência emocional é importante para ajudar os filhos a reconhecer e identificar as emoções corretamente. A partir do autocontrole emocional, a criança está preparada para vivenciar situações diferentes de uma maneira equilibrada.

Uma dica importante nesse processo é buscar outras formas de manifestar para os seus filhos que você está com muita raiva. Comece reconhecendo, também, que há momentos em que não nada produtivo para os pequenos saber que você está com raiva.

Os especialistas também lembram que o grito é uma forma de agressão emocional, tão grave quanto um castigo físico como a palmada, por exemplo. Em crianças mais sensíveis, as palavras e o tom de voz alterado dos pais podem machucar mais do que a punição física.

Sem perder a ternura

Tente conversar direcionando o olhar para seu filho, num mesmo nível de voz e, calmamente apresente suas preocupações e esclareça as coisas em termos claros e apropriados para a idade da criança. Comunicar de uma maneira não-ameaçadora é muito mais efetivo, para evitar possíveis problemas de comportamento do seu filho sem causar danos às relações. Respire fundo e tente recomeçar sempre que você sentir vontade de gritar.

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