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Maternidade

Sobre a saudade, em tempos de quarentena

Sobre a saudade, em tempos de quarentena

Por aqui já estamos no 71º dia de quarentena e a saudade só aumenta ❤️

E você, do que tem sentido mais saudades?
De ver o mar, de encontrar os amigos, de abraçar as pessoas? De simplesmente poder sair de casa?

Queremos resgatar a saudade. Porque a pior de todas as limitações é a falta que sentimos das pessoas que amamos e com quem convivemos. Não é exatamente a falta das paisagens que nos afeta, mas a ausência das pessoas nelas, nem é a distância que nos incomoda, mas a falta do calor e do abraço.

Estamos sentindo na pele a falta dos pais, filhos e irmãos que estão distantes, amigos, parceiros e aliados, que não podem se encontrar como antes. Saudade dos que lutam juntos, dos que nos prestam serviços e ofertam produtos que precisamos.

Essas são as saudades que têm horizontes, que podem e devem virar vontades e acontecer de verdade, logo, logo. Vontade de rever, de reatar, de reagir, de amar plenamente outra vez. Vontade de trabalhar, de agitar, de reunir, de abraçar. Vontade de viver, de vencer, de fazer vibrar e transformar o mundo!

Enquanto isso seguimos usando as redes sociais, o whatsapp, o zoom e outros meios de comunicação para atenuar essa saudade ❤️

Um beijo e esperamos te encontrar em breve ?

Moda

A história da jaqueta bomber

A história da jaqueta bomber

As jaquetas bomber têm as suas origens nas flying jackets, desenvolvidas para o exército norte-americano em 1917, quando as cabines dos aviões ainda eram abertas e os pilotos precisavam de um agasalho que não prendesse os seus movimentos e que não atrapalhasse a posição sentada. A customização era outra característica comum: os pilotos adornavam os seus casacos com uma espécie de prêmios informais de conquistas ou mensagens pessoais – o tipo de aeronave que dirigiam; o número de missões completadas com êxito e até mapas, caso sofressem algum acidente em território desconhecido. Com a evolução das aeronaves e das tecnologias em tecido, os casacos de voo foram sofrendo alterações e passaram a ser chamados de bomber, tornando-se mais leves e por isso mais aptos ao uso diário, mantendo as mesmas características: corte pela cintura e abertura frontal, normalmente fechados com elásticos na cintura e nos punhos para não deixar o frio entrar.

O filme “Top Gun – Ases Indomáveis”, de 1986, com Tom Cruise, trouxe definitivamente a jaqueta bomber para a vida “civil”. O modelo G-1, usado pelo ator no longa, imortalizou um tipo de casaco, que rapidamente foi adotado pela juventude da época e por universidades que os adaptaram aos varsity jackets, tipicamente usados pelos alunos com o símbolo de cada escola. Em 2011, Ryan Gosling  atestou a volta da jaqueta bomber com o modelo que usou no filme “Drive”.

Na verdade, as jaquetas bomber nunca deixaram de ser usadas. Considerá-las algo inédito é ignorar toda a história que carregam. A grande novidade é que agora elas estão liberadas para uso em qualquer tipo de look, do mais clássico ao mais esportivo. Das passarelas dos desfiles aos looks de street style e às propostas nas araras, a bomber vem em todos os formatos: em couro, com bordados localizados, com estampa total, no modelo universitário ou nos modelos mais clássicos que remetem à força aérea. Como dica de styling, tome nota: não tenha medo de vasculhar os modelos masculinos, pois este é um modelo que pode ser usado mais larguinho; misture com peças mais clássicas e elegantes como saias lápis ou salto alto para um look urbano e chique; aposte em modelos com bordados e estampa ou com mistura de cores para se diferenciar – não tenha medo de que o casaco se torne a peça central.

A nossa versão da bomber é a Jaqueta Chloe, estampa de folhas e flores, com zíper, bolsos e punhos. Confeccionada em viscose, é peça atemporal que não pode faltar no seu guarda-roupa, para usar em qualquer estação do ano. Pode apostar!

 

Moda

Laços, nossa nova coleção outono-inverno 2020

Laços, nossa nova coleção outono-inverno 2020

Uma coleção inspirada no belo poema de Mário Quintana <3

Sobre a importância dos laços de afeto que criamos pela vida, que como um abraço, não prendem, não apertam, os laços são como coração com coração: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, nas pessoas que amamos.

O outono-inverno é aquela época do ano que nos convida ao recolhimento, a cuidar das nossas bases mais sólidas, para que depois tudo possa crescer e florescer.

Nossa coleção vai chegando aos pouquinhos, daquele jeitinho slow fashion que vocês já conhecem, toda semana um novo modelo, em pequena escala, mas com afeto em cada etapa do processo de produção.

Jaquetas, vestidos, batas, kimonos e calças. Tudo colorido, estampado, com modelagens amplas que prezam pelo conforto.

Esperamos que vocês gostem da nova coleção <3

No site e na loja física á partir de 01 de março de 2020.

 

O LAÇO E O ABRAÇO
Mário Quintana

Meu Deus! Como é engraçado!
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer coisa onde o faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando… devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço. Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita. Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço.
Então o amor e a amizade são isso… Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam. Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!

 

 

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O que esperar da moda infantil feminina no Inverno 2019

O que esperar da moda infantil feminina no Inverno 2019

Não é novidade que os pequenos também querem andar na moda e cheios de estilo, por isso as mamães devem sempre estar atentas às tendências de moda de cada estação. Neste artigo, listamos as principais tendências de moda infantil para o inverno 2019 e referências de como as mamães podem montar os melhores looks para seus pequenos aproveitarem ao máximo essa a estação mais fria do ano. Confira!

Cores vivas e vibrantes

As peças para as meninas sempre apresentam tons vibrantes e cores bem alegres. No inverno a tendência permanece, para diferenciar das cores do verão, a dica é coordenar os looks incluindo tons mais fechados, como os tons de cinzas, marrons, preto e offwhite que são sempre uma ótima pedida, e incluir peças com textura, como os tecidos boucle, moletom e linho, por exemplo.

Militarismo

Uma tendência bem forte no universo da moda adulto, mas que está aparecendo bastante nos looks infantis. O militarismo pode ser usado no tradicional camuflado ou liso como o verde musgo, em maxi padronagens ou mistura de lavagens. Fica cool e foge do lugar comum.

Esportivo

O estilo esportivo é sinônimo de conforto, não é mesmo? Não limita as crianças, deixando-as soltas e livres para brincar, pular e viver os momentos adequados para cada fase. Nesse estilo, é bastante comum calças e bermudas utilitárias com bolsos laterais, tecidos em malha, denim ou sarja. Os detalhes também ganham destaque para punhos ou barras desfiadas e patches. As leggings são sempre uma ótima alternativa também. Para brincar sem medo de ser feliz. 

Estampas diversas

Estampas são sempre bem vindas nos looks infantis. Nessa estação as estampas de xadrez, listras e florais aparecem em diferentes tipos de tecidos e lavagens. 

Conta pra gente qual sua tendência favorita do momento 🙂 

Maternidade

5 Dicas de Livros Infantis (7 a 9 anos)

5 Dicas de Livros Infantis (7 a 9 anos)

A leitura para crianças a partir dos 7 anos pede histórias mais complexas do ponto de vista de enredo, personagens e temas. Este é um momento onde as crianças estão em uma fase de muita criatividade e se envolvem com mais facilidade em histórias com fantasia, mistérios e descobertas. Confira 5 dicas de leitura que separamos para você!

  1. A mulher que matou os peixes, de Clarice Lispector (Rocco Jovens Leitores)

É um dos cinco deliciosos livros da autora para crianças. Neste, Clarice confessa ter sido responsável pela morte dos peixes do filho e vai buscar em suas memórias as histórias dos bichos que teve para convencer a criança, sua leitora, de que não é uma pessoa má e que sempre gostou de animais.

  1. A vassoura encantada, de Chris Van Allsburg (Ática)

Conta a história de uma vassoura de bruxa que perde sua força e despenca em uma fazenda de uma velha viúva. A relação da vassoura com sua nova dona tem um tom fantástico e fica ainda mais rica com as maravilhosas ilustrações de Allsburg. Uma bela história, em um livro para educar o olhar das crianças.

  1. Histórias Maravilhosas de Andersen, de Hans Christian Andersen (Companhia das Letrinhas)

Apresenta nove contos do autor dinamarquês em suas versões originais, belamente ilustrados. A narrativa de Andersen encanta as crianças com seus elementos maravilhosos e apresenta a elas histórias, como a Sereiazinha e o Soldadinho de Chumbo, em que as emoções humanas são ricamente exploradas.

  1. Histórias à Brasileira, de Ana Maria Machado (Companhia das Letrinhas)

É uma coleção com quatro volumes, em que a autora reconta contos tradicionais brasileiros, como a Moura Torta, o Boneco de Piche e as Três Velhas que Fiavam. As histórias, ilustradas por Odilon Moraes, encantam as crianças e cutucam a memória dos adultos. Para ler e guardar.

  1. Mitos gregos, de Eric A. Kimmel (Martins Fontes)

Reúne 12 mitos gregos em linguagem acessível para crianças, mantendo-se fiel às histórias originais. Os contos são ilustrados por Pep Montserrat, que se inspirou na arte helênica para compor imagens com cores e estilo modernos. Um livro que tem tudo para conquistar apaixonados pelo mundo mítico da antiga Grécia.

Maternidade

O que acontece quando você grita com seu filho?

O que acontece quando você grita com seu filho?

Diante de uma situação estressante pais e mães se surpreendem dando gritos e berros com os filhos, mas ouvir gritos estridentes na infância pode trazer consequências ruins para a criança. Gritos não trazem benefícios à educação e podem desencadear problemas de comportamento e depressão a curto e longo prazos, conforme mostram estudos recentes.

Gritar com seu filho não é eficiente

O grito é ineficiente e perigoso para a saúde mental das crianças e para o comportamento relacionado à disciplina. A educação dos filhos depende muito do comportamento dos pais. Eles copiam gestos e comportamentos, por isso devemos ensinar pelo exemplo, influenciando e inspirando nossos filhos diariamente.  Se a criança ouve muitos gritos, aprende que é por meio da gritaria que as pessoas alcançam os objetivos, reproduzindo essa postura em outros meios de convívio social, como na escola, com amigos e professores, por exemplo.

É com a família que a criança começa a socializar. Quando os pais gritam, passam a mensagem que o desrespeito, a falta de controle e o autoritarismo são atitudes normais e corretas. Esse exemplo equivocado pode comprometer o convívio social fazendo com que outras crianças se afastem da que tenta se impor de forma autoritária perante os amigos.

O que o grito causa no cérebro das crianças

Ao receberem os sinais dos gritos, o cérebro da criança dispara um coquetel de hormônios no sangue – adrenalina e corticóides, que acabam por afetar seu comportamento. A tendência é a diminuição da autoestima e a desmotivação pelo estudo. Algumas crianças se fecham e outras ficam agressivas, como uma estratégia de defesa do próprio organismo.

Educação não precisa de grito

Desenvolver autocontrole e inteligência emocional é importante para ajudar os filhos a reconhecer e identificar as emoções corretamente. A partir do autocontrole emocional, a criança está preparada para vivenciar situações diferentes de uma maneira equilibrada.

Uma dica importante nesse processo é buscar outras formas de manifestar para os seus filhos que você está com muita raiva. Comece reconhecendo, também, que há momentos em que não nada produtivo para os pequenos saber que você está com raiva.

Os especialistas também lembram que o grito é uma forma de agressão emocional, tão grave quanto um castigo físico como a palmada, por exemplo. Em crianças mais sensíveis, as palavras e o tom de voz alterado dos pais podem machucar mais do que a punição física.

Sem perder a ternura

Tente conversar direcionando o olhar para seu filho, num mesmo nível de voz e, calmamente apresente suas preocupações e esclareça as coisas em termos claros e apropriados para a idade da criança. Comunicar de uma maneira não-ameaçadora é muito mais efetivo, para evitar possíveis problemas de comportamento do seu filho sem causar danos às relações. Respire fundo e tente recomeçar sempre que você sentir vontade de gritar.

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Por que o segmento Tal Mãe, Tal Filha faz tanto sucesso?

Por que o segmento Tal Mãe, Tal Filha faz tanto sucesso?

Os looks tal mãe, tal filha, em que as duas usam roupas parecidas ou idênticas, com a mesma estampa, tecido e modelagem viraram, há alguns anos, verdadeiros queridinhos das mulheres e das meninas. 

Particularidade dos looks tal mãe, tal filha

O mercado de moda para o segmento mãe e filha tem ganhado cada vez mais força. Grandes estilistas e grandes marcas, nacionais e internacionais, apostam alto nesse setor lançando cada vez mais coleções que incluem os looks coordenados. 

Algumas marcas apostam nas roupas exatamente iguais, o que pode adultizar a criança ou infantilizar a mãe. Por aqui nós apostamos numa modelagem diferente para ambas, respeitando as necessidades da mulher moderna, que cuida dos filhos, da casa, trabalha e tem uma vida ativa, e uma modelagem mais apropriada para as meninas, que adoram brincar, correr e querem conforto. Respeitamos as diferenças que existem entre adulto e infantil e criamos roupas que podem ser usadas junto, no melhor estilo tal mãe tal filha, ou separadas, nossa roupa vai da festinha ao trabalho numa boa.

 

Por que elas adoram um look tal mãe, tal filha? 

Além de promover o fortalecimento de laços entre mãe e filha, o  movimento também ajudou a levar a moda infantil ao mesmo ciclo de tendências que a moda feminina, à medida que as marcas respondem à demanda, trazendo mais novidades para as duplas.

Muitas mães e filhas adoram usar o estilo nas festas de aniversários, ensaios fotográficos ou em datas comemorativas como o dia das mães, dia das crianças, carnaval, natal e reveillon… mas dar um passeio no shopping ou ir à praia com os looks coordenados é uma delícia também, por isso o setor não para de crescer.

Vestir a roupa igual tem muito significado. A roupa ajuda a contar histórias e criar memórias afetivas. Fortalecer vínculos, declarar amor e influenciar para o bem, é possível também através da roupa <3

Se sua filha curte a ideia de vocês duas saírem por aí com looks iguais, aproveite o momento e se jogue no tal mãe, tal filha. Aproveite para conhecer nossa coleção “O Amor Inspira” e divirta-se com sua menina, enquanto ela ainda é pequena e gosta de se vestir igual à você 😉

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Cinematerna: os benefícios de ir ao cinema com crianças

Cinematerna: os benefícios de ir ao cinema com crianças

Não importa se a mamãe está vivenciando a experiência do primeiro filho ou do terceiro, o período do pós-parto é sempre um momento especial para a mulher. É um momento delicado e de vulnerabilidade, mas também de descobertas e de conexão consigo mesma.

O CineMaterna entende bem essa fase e o universo tão rico que a permeia e, por essa razão entende que cuidar da mãe com carinho, pode trazer muitos benefícios para auxiliá-la a percorrer o caminho de volta ao ritmo cotidiano.

Como surgiu o projeto

O CineMaterna se originou de um grupo de discussão sobre parto humanizado e maternidade ativa pela internet e surgiu oficialmente em agosto de 2008, quando foi fundada a Associação CineMaterna.

Um das mães que integra o projeto relatou às amigas que sentia saudades de ir ao cinema depois do nascimento do primeiro filho. As amigas, também mães, acabaram se organizando e dez delas – com seus bebês – “invadiram” uma sala de cinema.

Com o sucesso dessa primeira sessão, os encontros semanais no cinema, seguidos de bate-papo num café começaram acontecer regularmente. Tudo isso  em meio à amamentação e trocas de fraldas.

Resgate social do período de puerpério

Depois de alguns meses do primeiro encontro, o grupo lançou a primeira sessão amigável para bebês em uma rede de cinemas, que reconheceu a importância da iniciativa, que tinha como principal foco ajudar as mães a retomarem a vida cultural e trocarem experiências sobre a maternidade.

O grupo se propõe a fazer um resgate social da puérpera (mãe de um recém-nascido) através da cultura. Nos cafés que acontecem após as sessões, incentiva-se a troca de experiências entre mulheres sobre as diversas questões da maternidade, sempre com o intuito de difundir a cultura. Há ainda uma promoção da segurança alimentar e nutricional, assuntos do cotidianos da mamães, que são discutidos de forma livre e aberta, numa troca amigável e afetuosa.

Como funciona o Cinematerna

O CineMaterna organiza sessões especiais de cinema para mães com bebês de até 18 meses, onde os papais e outros acompanhantes são sempre bem-vindos. Os filmes exibidos em geral são de temática adulta, sendo assim, entretenimento para mães e pais, porém exibidos em um ambiente especialmente preparado para a presença e conforto dos bebês e das mamães.

O projeto conta com uma equipe de facilitadoras, também mães, presente em todas as sessões para receber, conduzir e auxiliar mães e bebês em tudo que precisarem. Por lá, a mamãe tem a oportunidade de ver o seu filme preferido sem sustos, em salas confortáveis, com tudo o que precisa ao seu alcance e, no fim, um encerramento cheio de troca de experiências e diversão, seguido de um bom café e bate-papo com outras mães.

Gostou da ideia? Vá ao cinema com o seu bebê! Veja a programação e saiba mais sobre o projeto no site https://cinematerna.org.br

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5 Lugares para levar seu bebê de 0 a 2 anos em São Paulo

Todas as mamães têm a mesma dúvida na cabeça: onde levar bebês quando eles começam a dormir menos durante o dia. Afinal, não só queremos oferecer um pouco de lazer para os pequeninos, mas também sair um pouco de casa e estimulá-los.

E, claro, não serve qualquer lugar, queremos um local onde eles sejam bem recebidos, que seja seguro e que possa ser algo gostoso para todos. Para isso, preparamos uma listinha de 5 lugares em São Paulo para você passear e curtir junto com ele um ótimo passeio. Veja nossa lista:

  1. Cinematerna

O CineMaterna organiza sessões especiais de cinema para mães com bebês de até 18 meses. Papais e acompanhantes também são bem-vindos. Os filmes exibidos são, em geral, de temática adulta. As sessões acontecem em diversas cidades do Brasil. Para participar das sessões, basta ir ao cinema no dia e hora da sessão.

  1. Aquário de São Paulo

Crianças adoram bichos e é uma fase maravilhosa para aprender amá-los e respeitá-los. Agora, imagina como seu pequeno vai ficar encantado com as cores, o movimento. Desde cedo os bebês observam e interagem com os animais, por isso o aquário pode ser tão interessante, inclusive para os bebês que não se locomovem sozinhos.

  1. Parque do Ibirapuera

Um dos parques mais famosos de São Paulo, o Parque do Ibirapuera é o local indicado para todos os tipos de passeios. O Parque conta com caminhos pavimentados, sendo ótimo para curtir uma tarde calma junto ao bebê. À noite, acontecem shows de luzes no Lago do Ibirapuera das 20h às 21h30,

  1. Mamusca

O Mamusca é um lugar onde os pais podem interagir com a garotada de qualquer idade. O espaço oferece isso e outras propostas diversão, como uma espécie de day care (para aqueles dias em que você tem um compromisso e não tem com quem deixar o seu pequeno com alguém. Por lá, há muitas atividades como oficinas, ateliês e outras.

  1.  Museu da Imaginação

O Museu da Imaginação, na Zona Oeste de São Paulo, tem como estimular o imaginário dos pequenos por meio de brincadeiras, leitura, exposições e instrumentos musicais (originais e expostos livremente no ambiente). A ideia é instigá-los a fuçar, mexer e fazer descobertas com os objetos expostos. Indicado para todas as idades, o local é a pedida certa para os pais que querem instigar a curiosidade dos filhos. O ingresso custa a partir de R$ 80 para crianças e R$ 50 para adultos acompanhantes.

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6 restaurantes kids friendly em São Paulo

6 restaurantes kids friendly em São Paulo

Curtir o fim de semana com a família em volta da mesa é uma das melhores formas de celebrar a vida, um aniversário, uma data especial.  Aliás, nem precisa ser uma ocasião especial, locais que acolhem famílias com crianças são excelentes para qualquer época do ano, porque não há nada melhor que almoçar fora e ver seu pequeno ser bem acolhido.

Selecionamos seis restaurantes kids-friendly em São Paulo, com ótimo espaço e atendimento para papais, mamães e pequenos, para que a família possa aproveitar ao máximo um almoço ou jantar, todos juntos e sem estresse. Confira a lista, faça sua escolha e conta pra gente como foi sua experiência :

Canto da Mata Forneria

Antiga residência do Conde Francisco Matarazzo, o restaurante está instalado em uma área de 14 mil m2 de área, sendo a maior parte de mata preservada. A decoração mistura madeira de demolição e chapas de aço, que se integra à natureza ao redor. É especializada em pizzas, mas também oferece buffet variado com grill no almoço.

Onde: Avenida Martim Luther King, 1861, Vila São Francisco | Tel.: (11) 3681-7469

Praça São Lourenço

Com 1500 metros quadrados de natureza, combina boa comida e serviço, respeita o meio ambiente e realiza eventos. Localizado no coração da Vila Olímpia o restaurante trabalha com sistema de buffet durante almoço e cardápio “a la carte” no jantar. Conta com espaço e menu Kids nos almoços aos finais de semana.

Onde: Rua Casa do Ator, 608, Vila Olímpia | Tel.: (11) 3053-9300

Bananeira

O restaurante valoriza os ingredientes e pratos brasileiros de Norte a Sul do país, com todos seus sabores e aromas. O ambiente lembra uma casa de praia, com um playground de madeira que as crianças irão amar.

Onde: Rua Marechal Hastimphilo de Moura, 417, Morumbi | Tel.:(11) 3542-4630

Bar da Dona Onça

O clássico bar e restaurante, que fica no Edifício Copan, região central, também é uma opção para ir com seus filhos. Aproveite para mostrar a eles ícones da cozinha paulistana, como o virado à paulista. Outra dica é chegue cedo porque a espera é grande depois das 12h30.

Onde: Avenida Ipiranga, 200, Centro | Tel.: (11) 3257-2016

Feed Food

Árvores frutíferas conservadas desde a fundação da casa, o restaurante fica aos fundos do Cartel 011, espaço de arte e moda jovem.O Feed Food é daqueles lugares que parece que a gente nunca mais vai poder frequentar depois que vira mãe! O cardápio oferece pratos tradicionais, também conhecidos por comfort food, em versão mais chiquezinha (e deliciosa!). Nem parece que foi pensado para receber crianças, mas tem até trocador no banheiro!

Onde: Rua Artur de Azevedo, 517, Pinheiros | Tel.: (11)  4305-7727


Pitico

Bar e restaurante montado em contêineres com palco para shows e que serve comida libanesa e cerveja artesanal. Com cadeiras de praia em um ambiente descolado, dá para relaxar e curtir, enquanto as crianças se divertem.

Onde: Rua Guaicui, 61, Pinheiros | Tel.:(11) 3582-7365

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